Foguete da SpaceX decola para colocar 1ª tripulação civil na órbita da Terra

Um foguete da SpaceX decolou da Flórida nesta quarta-feira levando um executivo de comércio eletrônico bilionário e três cidadãos menos abastados que ele escolheu para se juntar a ele na primeira viagem de uma tripulação civil em um voo para a órbita da Terra.

O quarteto de viajantes espaciais amadores, liderado pelo fundador e executivo-chefe da empresa de serviços financeiros Shift4 Payments, Jared Isaacman, decolou às 21h03 (horário de Brasília) do Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral.


Uma transmissão ao vivo da SpaceX mostrou Isaacman, de 38 anos, e seus companheiros –Sian Proctor, 51, Hayley Arceneaux, 29, e Chris Sembroski, 42– amarrados na cabine pressurizada da cápsula branca reluzente do SpaceX Crew Dragon, apelidada de Resilience, usando seus macacões de voo e capacetes.

O voo, que não tem astronautas profissionais acompanhando os clientes pagantes da SpaceX, deve durar cerca de três dias entre a decolagem e o pouso no Atlântico.

Isaacman pagou uma soma não revelada, mas que a revista Time estimou em 200 milhões de dólares, ao também bilionário e proprietário da SpaceX, Elon Musk, pelos quatro assentos.

Quer instalar o Windows 11 ou o Windows 10 21H2? Não deixe de instalar esse patch!

No próximo mês, em outubro, o Windows 10 versão 21H2 e o Windows 11 versão 21H2, também conhecida como sendo a primeira versão estável do novo sistema operacional da Microsoft, estarão disponíveis como uma atualização opcional. Entretanto, antes deste momento chegar, alguns irão receber um novo patch para preparar o computador para estas grandes atualizações.

A atualização KB4023057 foi disponibilizada pela Microsoft diversas vezes. Inicialmente, esse update foi lançado em 2018, mas ele sempre retorna. Seu objetivo é tornar o Windows Update mais confiável, além de corrigir problemas relacionados ao registro do Windows e o sistema operacional no geral.

O que a atualização KB4023057 para Windows 10 traz?

De acordo com a descrição do que a atualização KB4023057 traz, a última modificação que houve no path foi feita no dia 18 de agosto de 2021. Esta última versão começou a ser disponibilizada a partir do final da semana passada. Teoricamente, este update pode ser instalado sem problemas.

Este update também utiliza o Microsoft Update Health Tools para reparar ou desabilitar as configurações do registro do Windows. Confira abaixo quais são as possíveis ações da atualização KB4023057:

  • Compactar arquivos para abrir espaço para a próxima atualização de recursos e atualizações importantes. Se um arquivo ou pasta tiver sido aprimorado pela atualização, eles aparecerão com duas setas azuis no diretório do perfil do usuário.
  • Exibir um aviso se o dispositivo estiver com pouco espaço disponível.
  • Disponibilizar novas opções para ajudar os usuários a limpar o espaço em disco para instalar a atualização em seu dispositivo facilmente quando ele estiver com pouco espaço em disco.
  • Redefinir as configurações de rede se forem detectados problemas ou se eles tiverem sido configurados para bloquear as atualizações incorretamente.
  • Limpar as chaves do registro, evitando atualizações.
  • Reparar componentes do Windows desabilitados ou corrompidos, impedindo atualizações em seu dispositivo.
  • Redefinir o banco de dados do Windows Update.

É importante salientar que esta atualização só irá aparecer se for necessária para o seu computador em específico.

Windows 10 versão 21H2 está chegando

Para aqueles que já possuem o Windows 10 versão 21H2, a versão 21H2 será disponibilizada. Entretanto, no caso do Windows 11, só será disponibilizado para aqueles computadores que cumprem com os requisitos impostos pela Microsoft como o módulo TPM 2.0 e processadores de oitava geração ou superior.

A Microsoft vem testando um recurso no Programa Windows Insider para mostrar um aviso no Windows Update ao atualizar para o Windows 10 versão 21H2. Trata-se de um alerta para promover o novo sistema operacional da empresa. Quando um computador é compatível com o Windows 11, aparecerá uma mensagem dizendo “Este PC pode executar o Windows 11”.

Lançamento e disponibilidade

O Windows 11 será disponibilizado no dia 5 de outubro de 2021, conforme a Microsoft já afirmou. Já no caso do Windows 10 versão 21H2, ainda não há uma data específica, mas sabe-se que será em algum momento no mês de outubro.

Apple apresenta iPhone 13, novos iPads e Apple Watch

A Apple anunciou em um evento on-line nesta terça-feira (14) a nova geração de seus celulares, com quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. A companhia também mostrou novos iPads e Apple Watch.

O iPhone 13 ainda não tem data para chegar ao Brasil, mas os preços já foram divulgados:

Os lançamentos sucedem a linha do iPhone 12, apresentada no ano passado. Com isso, como tradicionalmente acontece, os preços do antecessor baixaram.

Assim como os telefones de 2020, os aparelhos não virão com o carregador de parede e o fone de ouvido na caixa – o cabo USB é o único acessório incluso. No Brasil, o carregador custa R$ 199 na loja oficial, enquanto os fones de ouvido com fio saem por R$ 219.

O processador dos novos iPhones agora é um A15 Bionic, que a Apple disse ser 50% mais rápido do que a competição – no entanto, a marca não detalhou com quem está comparando. Também há mudanças no conjunto de câmeras e a marca prometeu mais tempo de duração da bateria.

iPhone 13 e iPhone 13 mini

O iPhone 13 continua com um visual muito parecido com os modelos anteriores. O entalhe que abriga a câmera frontal ficou ligeiramente menor. Sua tela continua com 6,1 polegadas e, segundo a Apple, está 28% mais brilhante.

iPhone 13 — Foto: Reprodução/YouTube

O iPhone 13 mini tem as mesmas características, mas com tela de 5,4 polegadas.

Ambos contam com o processador A15 Bionic, que a Apple disse ser 50% mais rápido do que a competição – no entanto, a companhia não detalhou com quem está comparando.

As câmeras, como de costume, ganharam algumas melhorias. O sensor principal de 12 megapixels é capaz de captar 47% mais luz, aprimorando as imagens tiradas em ambientes escuros, segundo a fabricante.

Câmera traseira do iPhone 13 — Foto: Reprodução/YouTube

A câmera secundária, que tem um ângulo mais aberto, também é de 12 megapixels. A Apple disse que ela está mais veloz.

A empresa também criou um “modo cinemático” para gravar vídeos – essa opção vai permitir transições de foco automáticas e “inteligentes”.

Mesmo com um processador mais poderoso, tela mais brilhante e compatibilidade com a conexão 5G, a fabricante disse que os aparelhos terão mais autonomia de bateria.

A promessa é que a bateria dure uma hora e meia mais no iPhone 13 mini do que no seu antecessor, e duas horas e meia a mais no iPhone 13 em relação ao iPhone 12.

O armazenamento padrão do iPhone 13 dobrou em relação ao seu antecessor, de 64 GB para 128 GB. Há ainda opções de 256 GB e 512 GB.

O iPhone 13 mini será vendido por a partir de US$ 699 (R$ 3.660) nos EUA. Já o iPhone 13 começa em US$ 799 (R$ 4.180). Os valores geralmente incluem descontos de planos com operadoras.

iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max

A grande novidade das versões mais sofisticadas do iPhone está na tela: a taxa de atualização se adapta ao conteúdo, indo de 10 Hz a 120 Hz.

Na prática, isso deve mostrar imagens mais fluidas, especialmente em vídeos e jogos. Quando a taxa de atualização estiver menor, o gasto da bateria será reduzido.

O tamanho do painel não mudou: 6,1 polegadas no iPhone 13 Pro e 6,4 polegadas no iPhone 13 Pro Max.

iPhone 13 Pro — Foto: Reprodução/YouTube

A fabricante também destacou um “conjunto totalmente novo” de câmeras. Os modelos possuem 3 sensores de câmera – todos agora possuem o Modo Noturno, para fotos em baixa luz.

O sensor ultrawide, que tira fotos mais abertas, também ficou mais poderosa ao fazer fotos em ambientes escuros. O destaque, no entanto, é a capacidade de fazer fotos macro, daquelas que chegam bem pertinho de um objeto.

O sensor telefoto, faz imagens com zoom óptico de 3x. Já a câmera principal está 2,2 vezes mais eficiente em ambientes escuros.

As atualizações vão permitir que o iPhone 13 Pro e 13 Pro Max sejam mais capazes na gravação de vídeos. A Apple disse que o “Modo Cinemático” vai permitir a alteração do foco de uma cena mesmo após a gravação.

A empresa também prometeu mais duração da bateria, com hora e meia mais no iPhone 13 Pro do que no seu antecessor, e duas horas e meia a mais no iPhone 13 Pro Max em relação ao iPhone 12 Pro Max.

A versão 13 Pro será vendida por a partir de US$ 999 (R$ 5.230) nos EUA. Já o Pro Max começa em US$ 1.099 (R$ 5.760). Os valores geralmente incluem descontos de planos com operadoras.

Apple Watch Series 7

O relógio inteligente da Apple chegou a sua 7ª geração, com uma tela maior, mais brilhante, mais resistente e bordas menores. Segundo a companhia, o tamanho da caixa “praticamente” não mudou.

Apple Watch Series 7 — Foto: Reprodução/YouTube

Segundo a fabricante, essas mudanças permitiram mostrar 50% mais texto na tela em relação ao modelo anterior.

A autonomia da bateria também melhorou, com promessa de 18 horas de duração e carregamento rápido via USB-C – são necessários 45 minutos para ir de 0% para 80%.

Apple Watch Series 7 — Foto: Reprodução/YouTube

O preço do Apple Watch Series 7 começa em US$ 399 (R$ 2.090), nos EUA. Ainda não há informações de preço no Brasil.

Novos iPads

Tim Cook abriu o evento apresentando uma nova geração do iPad tradicional e do iPad mini– a companhia tem outros modelos, como o iPad Pro e Air.

iPad tradicional ganha nona geração. Apple também tem novidades no iPad Mini (à dir) — Foto: Divulgação

O novo iPad tradicional conta com um processador A13 Bionic, 20% mais veloz do que o seu antecessor, segundo a fabricante. Esse chip é o mesmo utilizado na linha do iPhone 11, lançado em 2019.

O visual não mudou, mas o tablet agora tem uma câmera frontal de 12 megapixels e compatibilidade com diversos acessórios via porta Lightning – como teclado e a 1ª geração da Apple Pencil, a caneta da companhia.

O modelo será vendido por a partir de US$ 329 (R$ 1.700) nos EUA – ainda não há informações sobre os preços no Brasil.

iPad mini (2021) — Foto: Reprodução/YouTube

Já o iPad mini, com tela de 8,3 polegadas, ganhou mais novidades. No visual, as bordas da parte frontal diminuíram e os cantos ficaram mais arredondados.

Outra mudança importante é a entrada do tablet: agora, a conexão será feita via USB-C, o que amplia a gama de acessórios compatíveis. O botão liga/desliga, que fica na lateral, tem o recurso TouchID, que faz a leitura de impressão digital – não há opção do FaceID, que faz reconhecimento facial.

A versão do iPad mini com conexão móvel terá suporte ao 5G e é compatível com a 2ª geração do Apple Pencil. Segundo a Apple, seu processador é 40% mais potente do que o seu antecessor.

O iPad mini vai custar a partir de US$ 499 (R$ 2.600) nos EUA.

Superflix volta ao ar após Operação 404 desativar site original

Um novo Superflix voltou ao ar após o Ministério da Justiça e Segurança Pública derrubar o site original em uma operação de combate a pirataria. O novo site hospedado em um novo domínio, oferece o mesmo layout e os mesmo títulos do site original.

De acordo com o ministério, a prática de distribuição de conteúdo áudio visual configura o crime de violação de direito autoral que prevê, além de uma multa, pena de dois a quatro anos de reclusão. Similarmente, vale ressaltar que o consumo de conteúdo pirata também é crime e pode acarretar em até um ano de detenção ou multa.

Transferência de dinheiro pelo WhatsApp está disponível para todos usuários no Brasil

O WhatsApp confirmou nesta terça-feira (29) que todos os usuários do app no Brasil podem usar a função de transferência de dinheiro.

A novidade foi lançada no início de maio, mas sua liberação para as pessoas foi gradual. Conforme alguns tinham acesso e faziam pagamentos, aqueles que recebiam eram “convidados” automaticamente.

Agora, 100% da base de usuários podem encontrar a opção de “pagamento” no app. Por enquanto, as transações só funcionam entre pessoas físicas.

Não são cobradas taxas pelas transferências, mas há limite para o envio e o recebimento de dinheiro pelo aplicativo:

  • as pessoas podem enviar até R$ 1.000 por transação – é possível mandar mais de R$ 1.000 por dia, mas em transferências separadas;
  • cada usuário pode receber até 20 transferências por dia;
  • há um limite de R$ 5.000 por mês para cada tipo de operação, ou seja, R$ 5.000 para recebimentos e outros R$ 5.000 para envio.

Para usar o recurso, é preciso ter uma conta bancária com cartões de débito, pré-pago ou combo com as bandeiras Visa ou Mastercard de um desses bancos: Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Next, Nubank, Sicredi ou Woop Sicredi. Cartões de crédito não são válidos.

Como enviar ou receber dinheiro pelo WhatsApp?

A opção de transferência no WhatsApp fica no ícone de “clipe de papel” (Android) ou “+” (iPhone) no campo de mensagens, o mesmo em que aparecem as opções de enviar uma imagem, documento, localização ou contato.

  1. Toque no ícone de “clipe de papel” (Android) ou “+” (iPhone) e escolha a opção “Pagamento”;
  2. Insira o valor e uma mensagem opcional;
  3. Aperte em “Pagar” e coloque o PIN (senha) do Facebook Pay;
  4. A transação vai aparecer como se fosse uma mensagem na conversa do WhatsApp, e a pessoa precisa aceitar o pagamento. Depois, o dinheiro cairá na conta dela.

Se for a primeira vez usando o serviço, será preciso aceitar os termos de uso, criar um PIN (senha) do Facebook Pay, cadastrar um cartão pré-pago ou de débito de uma das instituições parceiras e confirmar o cadastro na plataforma.

Caso o contato não tenha habilitado o recurso de pagamentos do WhatsApp, uma notificação vai pedir para que ela cadastre o cartão no sistema para receber a transferência – isso precisa ser feito em até 2 dias, caso contrário o valor é reembolsado.

Para fazer as transferências no WhatsApp, as pessoas precisam ter um número de telefone do Brasil. Somente transações dentro do país e em moeda local são autorizadas.

O processamento das transações é feito pela Cielo e a ferramenta é habilitada a partir do Facebook Pay, serviço da empresa que é dona do WhatsApp.

Proteção aos golpes

Com mais de 120 milhões de usuários no Brasil, o WhatsApp é alvo frequente de golpes como clonagem ou roubo de contas.

Questionado sobre como o aplicativo se preparou para proteger os usuários, o executivo Matt Idema disse ao G1 no lançamento da ferramenta que ao fazer o cadastro para pagamentos existem “vários passos para assegurar a pessoa é a dona da conta bancária que está sendo associada ao WhatsApp”.

“As transferências e pagamentos são protegidos por várias camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria em dispositivos compatíveis”, afirmou a companhia em comunicado.

“Todas as vezes que algum dinheiro é enviado, é preciso autenticar a transação com uma senha ou com segurança biométrica do celular [impressão digital ou reconhecimento facial]”, disse Idema.

Em caso de clonagem do aplicativo, quando um golpista instalar o WhatsApp em um celular diferente, será preciso inserir novamente os dados do cartão e colocar o PIN configurado inicialmente.

Instagram explica como funciona o algoritmo do app

O Instagram divulgou, na última terça-feira (8) explicações que podem elucidar como funciona seu algoritmo e responder a dúvidas e especulações comuns entre usuários. Adam Mosseri, Head da rede social, contou em detalhes como a tecnologia influencia na visibilidade das postagens, incluindo nos Stories e no Reels, esclarecendo que não existe um único algoritmo na plataforma, mas sim vários — que, combinados a processos e classificadores internos, servem a propósitos diferentes.

O Instagram divulgou, na última terça-feira (8) explicações que podem elucidar como funciona seu algoritmo e responder a dúvidas e especulações comuns entre usuários. Adam Mosseri, Head da rede social, contou em detalhes como a tecnologia influencia na visibilidade das postagens, incluindo nos Stories e no Reels, esclarecendo que não existe um único algoritmo na plataforma, mas sim vários — que, combinados a processos e classificadores internos, servem a propósitos diferentes.

No que parece ser a primeira de uma série de postagens sobre o funcionamento do Instagram, Mosseri explica que cada seção do Instagram tem seu próprio algoritmo e se adapta à forma como as pessoas interagem com o aplicativo. Ele também divulgou mais dados sobre quais parâmetros são levados em consideração para filtrar tanto publicações no feed como stories e Reels.

Chefe do Instagram exploca como funciona o algoritmo da rede social — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

De acordo com o executivo, quando se trata de posts do feed e Stories, o Instagram decide qual conteúdo mostrar a cada usuário baseando-se em alguns pontos básicos: a popularidade, medida pelo número de curtidas e visualizações, por exemplo, a data da postagem ou a localização, bem como informações sobre a interação dos usuários.

Além disso, o Instagram se baseia na atividade de cada perfil para entender que tipo de publicação mais interessa e de quem são essas publicações. Para isso, a rede social leva em consideração o número de fotos e vídeos curtidos que dão pistas de qual a probabilidade de o usuário interagir com a postagem.

Já em relação à seção Explorar e ao Reels, Mosseri esclareceu que, como as postagens mais visíveis vêm principalmente de contas não seguidas pelo usuário, os algoritmos analisam as informações de cada postagem e tentam conciliar com os gostos e hábitos do perfil para mostrar conteúdos relevantes. Essa análise também leva em conta as curtidas, compartilhamentos e posts salvos pelo usuário.

O executivo também usou a postagem para desmentir que exista shadow banning na rede social, espécie de silenciamento que acontece quando o conteúdo de uma conta deixa de aparecer no feed e na pesquisa de hashtags e que funcionaria como punição oculta do Instagram imposta a usuários que supostamente violaram os termos de uso da plataforma.

Embora a postagem tenha servido principalmente para esclarecer o funcionamento dos algoritmos, o Instagram também ressaltou que nem todo o conteúdo mostrado depende exclusivamente disso, já que os usuários também podem influenciar no tipo de conteúdo que veem sempre que abrem o aplicativo. Para isso, a plataforma recomenda criar listas de melhores amigos, silenciar perfis irrelevantes ao interesse do usuário, além de marcar publicações sugeridas como “não estou interessado”.

Com informações de Instagram

Instagram faz mudanças em algoritmo que ordena stories após acusações de censura a palestinos

O Instagram anunciou no último domingo (30) mudanças em seu algoritmo que ordena os stories. A partir de agora, publicações originais e as que são compartilhadas a partir de fotos do feed serão tratadas de maneira igualitária.

A alteração acontece após funcionários do Facebook, que é dono do Instagram, acusarem as redes sociais de censurarem posts pró-Palestina em meio ao conflito com Israel em Gaza. A insatisfação dos trabalhadores foi relatada pelo jornal “Financial Times” e pelo site “Buzzfeed News”.

Ao “Financial Times”, um porta-voz do Facebook disse que essa questão tem sido tratada pela empresa por muito tempo e que a mudança não foi uma reação às acusações de censura.

O Facebook afirmou que priorizava stories originais no Instagram porque entendia que eles atraíam mais o interesse dos usuários do que publicações que compartilham fotos do feed.

A rede social afirmou ainda que registrou desde o ano passado um aumento no número de pessoas que compartilhavam fotos do feed pelos stories. Segundo a plataforma, a prioridade para stories originais fez essas publicações terem um impacto negativo no alcance.

“Stories que compartilham publicações do feed de outras contas não estão tendo o alcance que as pessoas esperam, e isso não é uma boa experiência”, admitiu o Facebook.

“Isso também fez com que as pessoas acreditassem que estávamos suprimindo stories sobre tópicos ou pontos de vista específicos. Queremos ser muito claros – não é o caso. Isso se aplica a qualquer publicação que seja compartilhada nos stories, independentemente do assunto”, continuou.

A plataforma prometeu dar o mesmo peso para posts compartilhados do feed e stories originais com o passar do tempo, apesar de ainda entender que usuários preferem stories originais.

WhatsApp impõe compartilhamento de dados com Facebook, mas tem exceção para a Europa

A nova política de privacidade do WhatsApp, que prevê o compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono do aplicativo, entra em vigor neste sábado (15).

A mudança, que é válida para usuários de todo o mundo, causou repercussão negativa desde que foi revelada, em janeiro.

Aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu no WhatsApp e autoridades reguladoras de diversos países pediram esclarecimentos para a empresa.

Após anunciar as mudanças no começo do ano, a companhia deu pouco mais de um mês para que as pessoas aceitassem os novos termos, que são obrigatórios – exceto na União Europeia e no Reino Unido, onde o WhatsApp segue a legislação que determina que as pessoas têm o direito de escolha.

Diante da resistência dos usuários ao redor do mundo, o aplicativo estendeu o prazo para maio, para que todos “tivessem mais tempo de entender a política”.

Mesmo com o adiamento da vigência, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendaram, na última sexta-feira (7), que o app ampliasse essa data mais uma vez.

O Brasil é o segundo maior mercado do WhatsApp e praticamente metade da população brasileira utiliza o aplicativo: são 120 milhões de usuários, segundo a própria empresa.

O país só fica atrás da Índia, onde pelo menos 400 milhões de pessoas têm app instalado.