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Paraíba registra 220 mortes e aumento de 17% nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

Saúde recomenda atualizar caderneta vacinal, especialmente os grupos mais vulneráveis. (Foto: Reprodução) A Paraíba registrou um aumento de 17% no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em relação ao mesmo período de 2

Por admin

30/05/2024 08h40 Atualizado recentemente
Saúde recomenda atualizar caderneta vacinal, especialmente os grupos mais vulneráveis. (Foto: Reprodução)

A Paraíba registrou um aumento de 17% no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em relação ao mesmo período de 2023. A informação está no Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios, divulgado nesta quarta-feira (29), com dados atualizados até 27 de maio. O boletim aponta 220 óbitos por SRAG até 27 de maio de 2024 e 19 seguem em investigação.

Destas mortes, 54 foram por Covid-19, 40 por Influenza A, nove por Rinovírus, sete VRS, um bocavírus, um por Parainfluenza 3 . Dos 40 óbitos por Influenza A, a maioria ocorreu em pessoas da faixa etária acima de 60 anos.

Ao todo, já são 1.894 notificações e, por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) reforça a necessidade dos cuidados de rotina e a vacinação para evitar agravamento dos casos e óbitos.


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O boletim mostra que foram realizados 832 exames de RT-PCR para os casos de SRAG no Estado, havendo maior predominância do vírus Influenza A na faixa etária menor de 5 anos com 29,36%. Para o Vírus Sincicial Respiratório, o registro de maior incidência se deu em menores de 1 ano com 73,90%, e para Rinovírus predominou o grupo menor de 5 anos com 68,21%.

A chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas (NDTA) da SES, Fernanda Vieira, destaca que, historicamente, é comum o acometimento de doenças respiratórias durante o período chuvoso. Para diminuir a circulação dos vírus é importante estar com a caderneta vacinal atualizada, especialmente os grupos mais vulneráveis.

A Paraíba está abastecida com os imunizantes que contemplam Influenza tipo A e tipo B e que, atualmente, ocupa a 2ª posição no Ranking Nacional de Cobertura vacinal, com o percentual de 43,75% de cobertura na meta de 90% do público alvo, preconizada pela Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza.

Dentro do público alvo está a população mais vulnerável aos vírus respiratórios que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhador da saúde; gestantes e puérperas e idosos com 60 anos ou mais de idade.

Com assessoria.

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