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Câmara de Campina Grande lança concurso com 37 vagas com salários de até R$ 1.483,40

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A Comissão Permanente de Concursos (CPCon) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vai realizar o concurso público da Câmara Municipal de Campina Grande. Serão oferecidas 37 vagas para os níveis fundamental e médio. Os salários variam de R$ 954,00 a R$ 1.483,40. O contrato foi assinado na manhã desta quarta-feira (10) pela presidente Ivonete Ludgério (PSD) e o reitor Rangel Júnior. O edital será lançado no dia 22 de outubro e as inscrições já começam na semana seguinte. Esse será o primeiro concurso do Legislativo campinense depois de 36 anos.

“Este concurso é um marco histórico na Câmara Municipal de Campina Grande. O último que houve, que na verdade foi apenas um processo de seleção simples, aconteceu em 1982. Agora nós damos esse presente à cidade de Campina Grande, nas vésperas de seu aniversário, que é essa oportunidade de geração de novos empregos”, declarou a presidente Ivonete.

Serão oferecidas 37 vagas para os níveis fundamental e médio. Os salários variam de R$ 954,00 a R$ 1.483,40. Serão cinco vagas para os cargos de agente de apoio geral legislativo; quatro vagas para vigia; uma vaga para técnico em manutenção de computador; oito vagas para agente legislativo; cinco para recepcionista; oito para técnico legislativo I e seis para assessor técnico legislativo I.

Esses valores apresentados correspondem ao valor do salário mínimo atual, mas serão corrigidos no próximo ano obedecendo a data base. Todos os cargos estão submetidos ao Plano de Cargos e Carreira da CMCG com progressão salarial. As inscrições custarão R$ 60,00 para nível fundamental e R$ 80,00 para nível médio. As provas serão aplicadas no mês de janeiro.

Os valores das inscrições cobrirão os gastos com a realização do concurso. A CPCon estipulou o teto de gastos estipulado em torno de R$ 500 mil para a realização do processo. Caso a arrecadação das inscrições não atinjam esse teto, a UEPB cobre a diferença. Se os valores da arrecadação superar o teto, o lucro vai para a instituição. “É um modelo de contrato que não gera riscos para o contratante. Todo o risco é assumido pela universidade”, declarou o reitor Rangel Júnior.

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