Gal Gadot estrela ‘Alerta vermelho’ com Ryan Reynolds e Dwayne Johnson e falas sobre luta por igualdade salarial

“Alerta vermelho” é um filme de ação com muita comédia. Nele, um policial (The Rock) e um ladrão (Reynolds) se unem em uma corrida contra a maior ladra de joias do mundo: The Bishop (Gadot). A partir de então, eles travam uma caçada de gato e rato por vários países do mundo, Itália, Espanha, Argentina e Egito, atrás de uma joia que envolve Cleópatra e o espólio de Hitler.

Mas nada é o que parece e a história é cheia de reviravoltas. Foi isso, aliado ao time de peso, que encheu os olhos de Gadot. “Eu gosto do fato de que há tantos plot twists e surpresas. Gostei de poder trabalhar com Ryan, DJ e Rawson [Marshall Thurber], que é um ótimo diretor e roteirista. Foi uma boa escolha, foi um ótimo projeto para se trabalhar”, conta.

O filme é realmente um projeto cobiçado. Ele se tornou valioso para os estúdios depois do sucesso de “Jumanji”. Então houve uma disputa pela história. Quem venceu o leilão foi a Universal em parceria com a Legendary, em 2018. Com a pandemia e o fechamento dos cinemas, ele passou para as mãos da Netflix e concentra suas fichas no carisma e no tamanho da fama de seus três astros.

Ela foi cancelada

Gadot foi “cancelada” em maio por causa de um tuíte. Nele, a atriz comentava sobre o conflito entre Israel e Palestina.

“Meu coração está quebrado. Meu país está em guerra. Eu me preocupo com minha família, com meus amigos. Eu me preocupo pelo meu povo. Este é um ciclo vicioso que se arrasta por muito tempo. Israel deseja viver em uma nação livre e segura. Nossos vizinhos desejam o mesmo. Eu rezo por dias melhores”, dizia a publicação.

Ela foi acusada de apoiar as ações de Israel contra a Palestina. Sobre o assunto, ela diz que sente em uma sinuca de bico.

“Estou em uma posição muito complicada sendo uma israelense que ama meu país. Mas só posso dizer que não sou política. Eu sou uma artista, tento iluminar o dia das pessoas com o trabalho que faço. E no que diz respeito ao meu país, posso dizer a você, como israelense, que no final do dia todos querem ter uma vida boa e segura e um futuro seguro para seus filhos, eu me importo com humanos. E espero que haja paz no Oriente Médio”, diz.